O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu, na madrugada desta quarta-feira (10), aos 77 anos, após sofrer um infarto fulminante. Na noite de terça-feira (9), ele havia saído para jantar com amigos. No momento do mal súbito, Amorim estava em casa, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela TV Record.

O jornalista deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.

Formado em sociologia e política, Paulo Henrique Amorim começou a trabalhar com jornalismo em 1961 no jornal “A Noite”, no Rio de Janeiro. Depois, foi contratado pela Editora Abril para ser repórter e correspondente internacional da revista Realidade. Em 1972, ganhou o Prêmio Esso por reportagem sobre a renda dos brasileiros publicada na revista Veja.

Na televisão, passou por Manchete e Globo, onde também atuou como correspondente em Nova York. Em 1996, foi para a Band, quando apresentou o telejornal da casa e o programa político “Fogo Cruzado”. Na Cultura, em 1999, apresentou o talk “Conversa Afiada”.

O último trabalho de Paulo Henrique Amorim foi na Record TV, onde estava desde 2003. Na emissora, apresentou telejornais até 2006, quando assumiu a apresentação da revista eletrônica vespertina “Tudo a Ver”. Em 2006, passou a comandar o “Domingo Espetacular”, onde estava até o último mês de junho.